hoje, ao voltar de qualquer lugar sem importância, ouvindo qualquer musica sorteada no radio - bom, nem sei se ouvia ou se apenas deixava o som tocar pra me afastar o quanto possível do motorista ansioso pra saber do meu dia, mas que seja - notei uma frase que chamou atenção e está na minha cabeça até agora: "a vida sempre foi um circo sem final, representando o bem e o mal, onde a farsa do palhaço é natural" algo assim, não me recordo agora de todos os pontos e segmentos, mas a ideia central é essa. eu, particularmente prefiro Chico, doce e incisivo Chico. aquele que teima em prender em suas versos a dor de um amor pouco vivido, ou muito, ou nada... quisera eu ter as habilidades deste homem... quem sabe eu conseguisse prender aqui como ele fez e faz lá. ter todo esse desprendimento... quando se ama, é possível não pensar? é possível desprender? é sim! se ela faz, por que eu também não faço?
acho que é porque ela buscou uma razão e eu não, eu não quero razão pra sentir raiva, até porque seria em vão. bem sei o quanto tentei odiar, o quanto praguejei e o quanto tentei fingir que eu não ligava, mas agora que eu sei, é diferente, quero que seja. como diz o velho ditado; "nem tudo o que se quer, se pode" vou me ater nisso e deixar passar, aparentemente é esse o rumo do rio e como estou submersa em suas águas, não posso ir contra a maré.
então, fica combinado assim, eu vou cuidar de mim e ponto, certo?
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